O silêncio de uma mulher nunca deve ser confundido com fraqueza.
Muitas vezes, ele é o grito sufocado de quem carrega dor, medo e culpa que não são seus.
Neste mês de conscientização, que possamos abrir os olhos, os ouvidos e o coração.
Porque violência contra a mulher não é só o que se vê: é também o que se cala, o que se controla, o que se corrói por dentro.

Que a escuta atenta seja ponte, e não julgamento.

Que o acolhimento seja abrigo, e não pressão.

E que o conhecimento seja arma contra a injustiça cotidiana.

Em Guarulhos, a rede de proteção cresce com leis que garantem acompanhamento psicológico, ações permanentes de enfrentamento e um dia inteiro dedicado à luta contra o feminicídio.

Sua voz pode ser o início da cura de alguém.

Sua presença pode ser a diferença entre o medo e a liberdade.

Não minimize, não hesite. Acolher também é resistir.