Em terra de cego, quem tem um olho não é rei

Em terra de cego, quem tem um olho não é rei

Por vezes somos condicionados a formar crenças que nos limitam, tais como, eu não consigo e ninguém consegue, não é possível e ninguém nunca fez. Mas será que essas crenças refletem a realidade? Como no conto “Em terra de cego” de autoria de H.G. Wells, percebemos que aqueles que não sabem da existência da visão, não sentem falta dela, e pior, acreditam que deficiente é aquele que enxerga.

Certamente você já se sentiu isolado, como se o mundo girasse em sentido oposto ao seu, como se estivesse nadando contra a correnteza; a boa notícia é que justamente este é o papel que se espera do bom advogado. O advogado deve estar preparado para sustentar teses e defesas que contrariem o senso comum, não cedendo à enormes pressões para que desista de suas convicções e ideais democráticos.

Na agitação do dia-a-dia em que vivemos, passamos a agir segundo o que é “normal” e esquecemos que podemos ser extraordinários, nos satisfazemos em ficar na média, e assim nos tornamos medíocres.

Acreditar nos seus sonhos é condição indispensável para fazer diferença no mundo, cada advogado possui habilidades que o tornam indispensável para a sociedade, no entanto, se nos deixarmos ficar inertes e acomodados, perderemos nossa condição de realizar feitos grandiosos.

Acreditando no seu potencial, estudando e trabalhando arduamente, é que o advogado  constrói uma carreira sólida e contribui para o aperfeiçoamento das instituições e transforma a sociedade.

Alexandre de Sá Domingues

 

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